Pequim pretende controlar metade dos alimentos do mundo resultando no aumento de preços

Por Felipe Souza

Pequim pretende controlar a economia através da detenção da maior parte da produção de alimentos no mundo. Com a liderança na produção e com boa parte dos países se tornando dependentes da China no quesito alimentício, eles podem criar uma alta no preço dos alimentos propositalmente para ampliar ainda mais os lucros. 

A China é o país que possuí a maior reserva de cereais do mundo, portanto isso gera um enorme poder econômico para a nação, levando-se em conta a importância que esses alimentos possuem no papel de combate a fome mundial.

Os chineses possuem enorme ‘’stock’’ de alimentos, atingindo um dos índices mais elevados no quesito histórico. Conforme as informações do DA (Departamento de Agricultura) dos Estados Unidos, há um plano de domínio econômico vindo do governo de Xi. A China vai obter o controle de quase 70% das reservas de milho do mundo até o final de 2022. E provavelmente terá 60% das reservas de arroz, e 50% das reservas de trigo.

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Portanto os números são realmente expressivos, e atingem em torno de 20 pontos a mais do que o percentual dos últimos 10 anos.

Além disso, a gigante asiática também comprou inúmeras empresas estrangeiras, entre elas destacam-se principalmente as empresas europeias .

Pequim pretende controlar metade dos alimentos do mundo para obter controle econômico

Obter um controle alimentício pode ser tão vantajoso quanto um controle tecnológico. Portanto, ao levar-se em conta que os alimentos não podem ser deixados de lado, diferentemente de alguns itens tecnológicos os alimentos continuaram sendo comprados mesmo com o valor crescente dos custos.

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A partir do momento que uma nação detém uma grande parte da produção alimentícia global. E o número de países dependentes da China cresce, eles passam a ter o poder de controlar artificialmente o preço desses alimentos. A partir do momento que esse cenário se concretiza, surge uma relação de dependência, que deixa a China em uma posição de vantagem.

Levando-se em conta que boa parte dos países não são capazes de produzir alimentos o suficiente, é natural que recorram aos maiores produtores globais, e a China é uma das líderes nesse quesito.

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