Banqueiros de Wall Street temem impacto das medidas de Donald Trump no crédito e criticam ataques ao Fed

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Banqueiros de Wall Street temem impacto das medidas de Donald Trump no crédito e criticam ataques ao Fed

A elite financeira de Nova York demonstra preocupação com o teto de juros no cartão de crédito e as constantes ameaças à autonomia do Banco Central americano sob o governo de Donald Trump.

O cenário econômico dos Estados Unidos para 2026 desenha um horizonte de otimismo moderado, mas a relação entre a Casa Branca e o setor financeiro atravessa um período de turbulência silenciosa. Em Nova York, o clima de euforia com o crescimento do PIB contrasta com a insatisfação crescente sobre as intervenções diretas de Donald Trump no mercado de capitais e bancário.

Embora os executivos evitem o confronto público direto para preservar a estabilidade institucional, as críticas tornaram-se nítidas durante as recentes conferências de resultados financeiros. Banqueiros de Wall Street alegam que as propostas populistas de controle de preços podem gerar um efeito reverso, sufocando o acesso ao dinheiro para as classes mais baixas.

A preocupação não se limita apenas aos lucros operacionais, mas se estende à governança monetária global. Conforme as informações coletadas junto aos principais players do mercado, o temor é que a política de “acessibilidade” destrua a eficiência dos serviços financeiros tradicionais.

O risco do teto de juros no cartão de crédito e a mobilização do setor

Um dos pontos centrais de discórdia é a proposta do governo de impor um teto de 10% nas taxas do cartão de crédito. De acordo com a presidente do Citi, Jane Fraser, essa medida é vista como impraticável sob a ótica da gestão de risco e sustentabilidade do portfólio de crédito.

Para os executivos, um limite artificial de juros não barateia o crédito, mas sim elimina o produto para clientes considerados de maior risco. Brian Moynihan, presidente do Bank of America, reforçou que a imposição de limites pode causar uma “resposta não intencional”, resultando em menos americanos com plásticos no bolso.

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Essa visão é corroborada por especialistas que monitoram a organização da rotina financeira das famílias americanas. Sem o crédito rotativo, o consumo interno, que é o motor da economia dos EUA, pode sofrer uma desaceleração brusca já em 2025.

O JPMorgan Chase, através de seu diretor financeiro Jeremy Barnum, já sinalizou que o banco prepara planos de contingência rigorosos. Segundo ele, a oferta do serviço mudaria drasticamente, forçando as instituições a restringirem limites para proteger as margens operacionais contra a inadimplência.

Interferência no Fed gera instabilidade no mercado financeiro global

Além das questões de crédito, a autonomia do Federal Reserve (Fed) está sob ataque constante, o que gera calafrios em investidores internacionais. A recente abertura de uma investigação criminal contra Jerome Powell, presidente da instituição, é vista como um precedente perigoso para a estabilidade do dólar.

Historicamente, a confiança na economia americana reside na separação entre política partidária e política monetária. Quando o governo tenta influenciar as decisões sobre a taxa básica de juros, o mercado reage com volatilidade e incerteza sobre a inflação a longo prazo.

Assim como no esporte, onde a regra é clara e precisa ser seguida como na Copa do Brasil 2025, os banqueiros acreditam que o Fed precisa de liberdade técnica para apitar o jogo econômico sem pressão política. A quebra dessa independência pode elevar o prêmio de risco dos títulos do Tesouro.

Especialistas em E-E-A-T (Experiência, Especialização, Autoridade e Confiabilidade) no setor financeiro apontam que a previsibilidade é o ativo mais valioso de Wall Street. Sem ela, grandes investidores podem migrar capitais para outros mercados mais estáveis, prejudicando o crescimento prometido por Trump.

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O setor defende que a inflação deve ser combatida com ferramentas técnicas, e não com retaliações pessoais ou judiciais contra membros do Banco Central. O clima em Manhattan é de espera, mas com um alerta vermelho ligado para os próximos trimestres de gestão republicana.

Impacto para o consumidor e as perspectivas para o futuro do crédito

O argumento dos bancos é que a tal “acessibilidade” defendida pela Casa Branca acabará por excluir milhões de usuários do sistema formal. Segundo dados de mercado, as pessoas que mais precisam de crédito são as primeiras a serem cortadas quando os bancos perdem a capacidade de precificar o risco adequadamente.

Enquanto o debate político avança, os bancos focam em digitalização e eficiência para mitigar possíveis perdas. Assim como em outros setores que buscam produtividade, como o uso de tecnologia para comunicação, as instituições financeiras tentam modernizar processos para reduzir custos internos.

No entanto, a mensagem final de Wall Street é clara: não existe almoço grátis. Se o governo limitar os ganhos por meio de taxas, o custo será pago com a redução da oferta de dinheiro Vivo na mão do cidadão comum.

A expectativa é que parlamentares mais alinhados ao mercado tentem barrar as medidas mais radicais de Trump no Congresso. Até lá, a queda de braço entre a Avenida Pensilvânia e Wall Street continuará a ditar o ritmo das bolsas de valores ao redor do mundo.

Você acredita que o governo deve intervir nos bancos para baixar os juros à força, ou essa medida pode realmente quebrar o sistema de crédito e prejudicar quem mais precisa? Deixe seu comentário abaixo e participe dessa polêmica!

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