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Atualizado em 29/11/2017 às 13h01

Umeis e escolas movimentam espaço lúdico da Semed e atraem público no 10º Salão do Livro


O Espaço Lúdico da Secretaria Municipal de Educação (Semed) no 10º Salão do Livro do Baixo Amazonas ficou lotado na manhã desta quarta-feira (29). Pais, professores e visitantes foram prestigiar as apresentações culturais de alunos da educação infantil das Umei's Santo André e Rosilda Campos (Maracanã).

As pequenas bailarinas da Umei Santo André encantaram o público com os números: A Linda Rosa Juvenil, Balão Mágico da Inclusão e a Bailarina do Natal. A Umei Rosilda Campos também levou apresentações de dança como Brinca Balé e Carimbó.

"Eu fiquei surpresa com as apresentações que vi aqui. Como as crianças foram bem ensaiadas, as danças estavam lindas e as roupinhas também. Tudo maravilhoso. E o melhor de tudo, as crianças se divertiram", declarou a fisioterapeuta Ana Paula Dias, que estava visitando o Salão do Livro com o filho Gabriel, de 8 anos.

Alunos do fundamental menor da Escola de Tempo Integral Frei Fabiano Merz também participaram da programação desta quarta-feira com uma dança com temática ambiental, de proteção aos animais e também no espaço da Educação Fiscal com maquetes da escola e do lago do Maicá, além de trabalhos artesanais e de reciclagem.

Feira do Conhecimento

Na III Feira do Conhecimento do Núcleo Tecnológico Municipal (NTM), também promovida pela Semed, as escolas municipais João Batista Miléo e Frei Rainério participam com exposição de seus trabalhos de reciclagem.

A Escola Frei Rainério levou para a feira uma pequena amostra de bonecos feitos com tampinhas de garrafas, quadros de parede com paisagens e animais pintados pelos próprios alunos em pratinhos de isopor que comumente são descartados no lixo, porta-jóias e porta-canetas feitos com garrafa pet e acabamento em E.V.A.

Para quem participa do projeto, é uma grande oportunidade de aprender e exercitar o dom do desenho e da pintura. "É um orgulho, porque muita gente tem talento, mas não exercita. Através desse nosso trabalho, a gente serve de exemplo para que outros alunos e outras pessoas exercitem seus dons de desenho e pintura. Também é um incentivo para as pessoas jogarem menos coisas no lixo e reciclarem mais", disse a aluna da escola Frei Rainério atendida pelo projeto Acelera Brasil, Gilcivânia da Silva, de 11 anos.

A Escola João Batista Miléo participou com o projeto de reciclagem de materiais eletrônicos. Gabinetes que seriam descartados foram transformados em painel de fotos, mouses ganharam enfeites e viraram peças de decoração, teclas de computador viraram gargantilha. A exposição mostrou que é a reciclagem além de melhorar as condições do meio ambiente, ainda pode gerar renda para muita gente.

"Nós começamos o trabalho a partir de várias leituras e pesquisas. Eu e outra professora da escola decidimos nos reunir e fazer um trabalho com coisas que nós não utilizávamos mais, e dar um destino bacana e criativo para aqueles objetos. Trabalhamos jogos educativos, vídeo-aulas para os alunos entenderem a importância de reciclar o lixo, e a última fase foi o trabalho prático em si, que foi feito com três turmas. Eles trabalharam com peças antigas de computador", explicou a professora Karen Lavor.

Para os alunos Esaú Sousa Gadelha e Emile Karoline, do 7º ano, trabalhar a reciclagem para a redução de lixo eletrônico no mundo foi muito positivo e despertou ainda mais interesse por uma área que eles já gostavam: a tecnologia.

Sílvia Vieira Agência Santarém

Prefeitura de Santarém - Coordenadoria de Comunicação