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Atualizado em 07/03/2018 às 17h02

Ministério da Saúde e órgãos santarenos discutem plano de ação para atendimento aos venezuelanos


Uma equipe do Ministério da Saúde esteve na manhã desta quarta-feira (07), fazendo uma visita técnica para verificar in loco a atual situação dos refugiados venezuelanos, abrigados em Santarém. Na ocasião, uma reunião foi realizada esta manhã, no auditório do Centro Municipal de Informação e Educação Ambiental (Ciam), para discutir um plano de ação conjunta que deve ser colocado em prática para atender essas pessoas.

A reunião contou com a participação da Prefeitura de Santarém, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), além de outros órgãos como o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa), todos órgãos ligados à Semsa, além de órgãos ligados à assistência social, à educação e à assistência aos povos indígenas em Santarém. A reunião serviu para discutir os problemas, as demandas e a forma como o poder púbico pode atuar no atendimento a essas famílias, especialmente no que diz repeito à saúde, assistência social e à educação.

De acordo com a analista de políticas sociais do Ministério da Saúde, Isabela Maria Lisboa Blumm, o objetivo da vinda da equipe é dar apoio ao município e identificar as suas necessidades, traçando um plano de ação conjunta. "Nós estamos trabalhando na articulação de um plano de ação conjunta, com envolvimento dos governos Federal, estadual e municipal, para ajudar no atendimento a esses refugiados. A partir dessas discussões, teremos um diagnóstico das demandas e gargalos para então definirmos como cada ente federativo vai poder ajudar, inclusive com a questão de recurso financeiro", explicou.

A coordenadora do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), Marcela Brasil, que esteve representando a Secretaria Municipal de Saúde, no encontro, disse que a Semsa está colocando equipes à disposição para atendimento aos refugiados venezuelanos. "Nossas equipes já vêm realizando atendimento à saúde dessas pessoas, desde que eles chegaram ao município, em setembro de 2017. Mas precisamos sim desse apoio do Ministério da Saúde, pois se trata de uma demanda que não estávamos esperando. Mas tudo isso já está sendo discutido, para que possamos prestar o atendimento a eles da melhor forma possível", ressaltou.

Marcela Brasil informou ainda que todos os pontos debatidos na reunião desta quarta-feira (07), devem ser repassados aos demais setores da Semsa, para que o plano de ação na área de saúde seja sugerido e firmado com o apoio e a parceria de todos.

Dayse Lima Agência Santarém

Prefeitura de Santarém - Coordenadoria de Comunicação