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Atualizado em 19/01/2018 às 18h32

Cemei Paulo Freire abre vagas para berçário e maternal; escola Fluminense não tem mais vagas


Desde a inauguração, o Centro de Educação Municipal de Educação Infantil (Cemei) Paulo Freire é o mais procurado pelos pais que buscam vagas para crianças de 1 a 3 anos de idade. Em função da grande demanda, para o ano de 2018 serão ofertadas 70 novas vagas na unidade, porém, a lista de pré-inscritos já ultrapassa 500.

Serão ofertadas:

  • 15 vagas na turma de Berçário I (Integral) para crianças de 1 anos a 1 ano e 2 meses; 
  • 15 vagas na turma de Berçário II (Integral) para crianças de 1 ano e 2 meses a 2 anos; 
  • 20 vagas na turma de Maternal I (parcial) para crianças de 2 anos a 2 anos e 11 meses; e
  • 20 vagas na turma de Maternal II (parcial) para crianças de 3 anos.

Em função da grande demanda de crianças e do número reduzido de vagas, a coordenação do Cemei Paulo Freire vai reunir com o Conselho Escolar da unidade para socializar as duas realidades. E, a partir do dia 22, será feita a seleção dos novos alunos conforme os critérios estabelecidos pela Portaria de Matrículas de 2018, cujo primeiro critério é priorizar as crianças moradoras do bairro e entorno, e as crianças cujas famílias tenham renda familiar de, no máximo, três salários mínimos.

Matrículas

As matrículas para alunos novos nas escolas de ensino fundamental e nas unidades de educação infantil iniciam na segunda-feira (22) e se estendem até sexta-feira (26). Porém, em algumas não há mais vagas. É o caso da Escola Municipal Fluminense.

Saiba mais:

"A nossa escola recebe uma procura muito grande por vagas novas todos os anos e, para atender a comunidade, temos recebido um número de alunos maior de alunos. A escola foi projetada para 800 alunos. Mas, para 2018, já temos 997 matriculados. Em 2017 chegamos a atender 1.095 alunos", informou a diretora da Escola Fluminense, Iolanda Batista.

Segundo a diretora, muitas vezes, moradores do bairro Santa Clara, onde a escola está localizada, não conseguem vagas para os seus filhos, e isso gera uma insatisfação muito grande aos pais. "O ideal seria que as pessoas procurassem primeiro as escolas dos seus bairros para matricular as suas crianças. E só no caso de não conseguirem a vaga, irem buscá-la em escolas mais distantes. Quando a gente pega um aluno que mora no Residencial Salvação, por exemplo, nos preocupa se esse aluno vai ter condições de vir à escola todos os dias em função da distância", relatou Iolanda.

A Escola Fluminense é referência no atendimento de alunos com autismo e síndrome de Down, mas todas as escolas da rede municipal estão preparadas para fazer o atendimento em educação especial.

Sílvia Vieira Agência Santarém

Prefeitura de Santarém - Coordenadoria de Comunicação